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Como entender as fontes de tráfego do seu site?

fontes de tráfego para seu site

Para poder desenhar uma estratégia efetiva de Marketing Digital, é preciso partir da análise do que você tem até atualmente.

Sem ter um histórico de dados à disposição, você pode só imaginar um caminho utópico, baseado em achismo puro.

Então caso você tenha um site novo com um objetivo baseado no desempenho dele, seja aumentar visitas, vendas ou formulários de contato, a primeira coisa que precisa fazer é instalar o Google Analytics.

Ele te permitirá o rastreamento de (quase) todas as interações dentro do seu site.

Se está começando do zero, o passo seguinte vai ser o impulsionamento do seu site para receber visitas e ver como ele performa.

Para isso, precisa divulgar o seu site através dos links patrocinados.

Depois de um tempo, se tiver instalado o Google Analytics corretamente, poderá analisar as interações dentro do seu site.

Assim poderá também avaliar os pontos fracos destas interações.

 

 

Poucas visitas? Poucas vendas? Alta taxa de rejeição?

É só nesta fase que pode desenhar uma estratégia com um objetivo realista, pois tudo que tem que fazer é trabalhar a otimização destes dados históricos que você vem acumulando.

Se não estiver familiarizado com o mundo do Google Analytics, a primeira coisa a fazer é a análise das fontes que trazem os usuários para seu site:

Fontes de tráfego para seu site

Entrando no Google Analytics, clique na aba Canais

 

canais Google Analytics

Vamos analisar cada um dos canais também chamados de fontes de tráfego.

1)      Busca Orgânica

O tráfego orgânico considera a quantidade de visitas que chegaram a seu site sem impulsionamento.

Para entendermos: aqueles anúncios pelos quais você não paga o Google.

No entanto é muito importante saber que para aparecer nas buscas orgânicas, é necessário fazer um trabalho de otimização de site.

Assim você convence o Google que o seu site é relevante para a busca do usuário e para palavras-chave específicas.

Essa informação é importante, porque nos ajuda a entender quais palavras-chave trazem maior tráfego, conversões e consumidores, para assim moldarmos uma melhor Estratégia Digital.

2) Display

Estas visitas são referentes às campanhas de Google AdWords, sem ser as clássicas de busca na caixinha de pesquisa.

Uma campanha de Google Display te permite de inserir Banners em sites parceiros do Google.

Sites parceiros do Google são quaisquer sites e blogs que decidem gerar receitas hospedando banners de outros.

Para fazer isso, estes sites se cadastram no Google AdSense e assim entram na Rede de Display do Google.

Estes sites são agrupados em categorias de tópicos.

No Google AdWords você pode configurar uma campanha de Display e carregar seus banners conforme especificações do Google.

Nas configurações dos grupos de anúncios do Display você indicará em quais sites específicos você gostaria que seu banner aparecesse, ou para qual categoria de sites.

Há outras configurações possíveis no Google Display, como definição do seu público-alvo por demografia ou interação anterior no seu site.

O bom do Google Display é que o clique é mais barato do que o clique no motor de busca.

Também caso o usuário não clicar no seu banner, você não paga nada, mas mesmo assim o banner aparece.

Claramente o clique não é tão qualificado como o clique do usuário que busca no Google.

Por isso que o Display é mais usado para fim de divulgação de marca do que para geração de leads.

3) Tráfego direto

São os acessos de quem digita o endereço do seu site diretamente no campo de busca.

Isso acontece quando o seu potencial cliente ficou sabendo do seu site através de campanhas offline, ou porque leu no cartão de visita que você lhe entregou.

Também se verifica quando o usuário já entrou no seu site e o endereço fica gravado na memória do seu navegador.

Por exemplo se você entrar no site da notopo.com, o endereço é https://www.notopo.com/.

A próxima vez que você decidir entrar, é só inserir ‘no’ na barra de endereço e o navegador lembrará e listará todos os sites que tenham no no domínio.

Assim você encontrará https://www.notopo.com/ nesta lista e pode entrar diretamente no site.

Este será um acesso direto.

Cabe destacar que às vezes quando tem um direcionamento de um site para outro, o Google Analytics pode mostrar um acesso direto em vez de uma fonte de referência, especialmente quando este redirecionamento dura muito, ou quando tem um endereço no meio.

Por exemplo:

Tem um link do site meusite.com para notopo.com

Idealmente no Google Analytics meusite.com seria o site fonte.

Mas se por exemplo o site meusite.com direciona para outrosite.com que direciona para notopo.com, muito provavelmente o Google Analytics não conseguirá pegar o endereço de outrosite.com no meio, e dará um acesso direto.

4)      Referrals

Como mencionado no capítulo acima, Referrals são as fonte de tráfego de outros sites para o seu.

São sites que tenham um link para o seu site.

Estes acessos são muito importantes em caso de um projeto de SEO off-page, onde se trabalha o link building para criar quantos mais links qualificados de sites com autoridade para o seu.

Neste relatório do Google Analytics você pode ver quantas visitas vem de quais sites e, dependendo do tipo de interação que elas geram, entender a qualificação da fonte.

É interessante saber quais são esses sites, caso haja o interesse de criar uma parceria em SEO, co-marketing, etc.

5)      Social Media

Quando alguém encontra seu site por um link em redes sociais, eles serão listados como social media na fonte de tráfego.

No entanto este relatório consegue mostrar as Redes Sociais mais populares (ex Facebook, Instagram).

Em caso de redes menos conhecidas, provavelmente estas fontes de tráfego não aparecerão no relatório de Social Media e sim no de Referrals.

6)      E-mail

Numa campanha de e-mail marketing normalmente o disparo inclui uma série de links para o seu site.

Ao mesmo tempo, quando você envia um e-mail contendo links para seu seu site e o recebente do e-mail entra no site clicando neste link, esta visita será mostrada no relatório de canal de e-mail.

Mais especificamente você pode associar uma chamada específica para uma campanha de e-mail marketing, assim o relatório não mostrará só se a visita vem do e-mail, mas de qual campanha específica de e-mail marketing ela vem.

Para fazer isso precisa personalizar a URL do endereço de cada campanha de e-mail marketing, usando a ferramenta gratuita de Google URL Builder.

7)      Busca paga

Esta categorias inclui os links patrocinados (o mais conhecido é o AdWords) com a exceção das campanhas de Google Display, cujos resultados aparecem no relatório explicado a cima.

Aqui você pode analisar os detalhes das interações das visitas vindas das campanhas de Google Adwords.

8)      Outros

Existe uma última categoria onde ficam todas as visitas de fontes não explicadas acima.

Caso estas visitas sejam de 10% ou mais das visitas totais, você precisa analisar a instalação do código do Google Analytics pois poderia estar dando problemas de rastreamento.

Conclusão

Existem várias fontes de tráfego para seu site, também chamadas de canais no Google Analytics.

Cada fonte vai te ajudar a entender o desempenho da sua estratégia de Marketing Digital, quão longe você está do seu objetivo e se está no caminho certo.

Em qual canal você está focando mais?

O artigo ficou claro? Alguma pergunta?

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Estrategista de Modelos de Negócio e de Marketing Digital, Engenheiro. Mais de 10 anos de experiência internacional em vários paises da Europa e América Latina. Especialista na implementação e otimização de Processos de Business. Perfil linkedin: https://br.linkedin.com/in/daniloalbadigitalmarketing

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